Google search engine
https://temu.to/k/ujcbtlfgl35
InícioPoliticaOposição aciona PGR contra Erika Hilton por improbidade administrativa

Oposição aciona PGR contra Erika Hilton por improbidade administrativa

A oposição na Câmara apresentou nesta terça-feira (24) uma representação contra a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para a investigação de possível ato de improbidade administrativa. O líder do grupo, deputado Zucco (PL-RS), também afirma ter acionado o Conselho de Ética da Câmara. A congressistas tem sido acusada por integrantes da oposição de supostamente pagar dois maquiadores com verba da Câmara.

Ela nega as acusações e afirma que as duas pessoas são lotadas regularmente em seu gabinete. Segundo o portal da Casa, Índy Cunha e Ronaldo Cesar Hass são contratados pelo gabinete da psolista como secretários parlamentares desde dezembro e maio de 2024, respectivamente. O salário de Índy é de cerca de R$ 2 mil, enquanto o de Hass alcança a casa dos R$ 9 mil, em valores brutos. A representação enviada à PGR é assinada por Zucco (PL-RS) e pelo vice-líder da oposição Paulo Bilynskyj (PL-SP). No documento, os parlamentares pedem uma investigação para apurar a “eventual prática de atos de improbidade administrativa e dano ao erário” por parte de Érika Hilton e dos servidores comissionados.

Também pedem a adoção das “providências judiciais cabíveis” e o envio do caso ao Tribunal de Contas da União (TCU) para a apuração do uso indevido de recursos públicos. “A utilização de cargo público para prestação de serviços particulares — como maquiagem e produção de imagem pessoal — representa afronta direta à legalidade administrativa e à moralidade no trato da coisa pública”, afirma a representação. Deputada nega irregularidades As acusações da oposição se intensificaram após a repercussão de publicações no Instagram de Índy Cunha e Ronaldo Cesar Hass sobre as produções de maquiagem para Érika Hilton.

A deputada negou as acusações de possíveis irregularidades. “O que eu tenho são dois secretários parlamentares que, todos os dias, estão comigo e me assessoram em comissões e audiências, ajudam a fazer relatórios, preparam meus briefings, dialogam diretamente com a população e prestam um serviço incrível me acompanhando nas minhas agendas em São Paulo, em Brasília, nos interiores e no exterior”, escreveu em publicação nas redes sociais.  

Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erika Hilton (@hilton_erika) Ela confirma ter conhecido os dois secretários como maquiadores, mas disse que reconheceu e identificou “outros talentos”. “Quando podem, fazem minha maquiagem e eu os credito por isso. Mas se não fizessem, continuariam sendo meus secretários parlamentares”, acrescentou. De acordo com a Câmara dos Deputados, cada parlamentar pode contratar de cinco a 25 secretários parlamentares para prestar serviços de secretaria, assistência e assessoramento direto e exclusivo nos gabinetes, em Brasília ou nos estados. O gabinete de Hilton na capital federal tem 14 pessoas.

Cada deputado tem disponível verba mensal de R$ 133.170,54 para as despesas do seu gabinete com pagamento de salários dos secretários parlamentares e funcionários que não precisam ser servidores públicos e são escolhidos diretamente pelo deputado. Após a repercussão, parlamentares de oposição criticaram a deputada. Além acionar a PGR, Zucco afirma ter também enviado uma representação ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara. “O Congresso não pode se omitir diante do uso da máquina pública para fins particulares.

Todo agente político deve responder com transparência e rigor diante de denúncias como esta. A população brasileira exige respeito com o dinheiro público e a devida responsabilização de quem o utiliza de forma indevida”, disse em nota. Para Hilton, a reação da oposição é um sintoma de “uma perseguição, de uma tentativa de desmonte generalizado”.

Fonte: MSN

ARTIGOS RELACIONADOS
Google search engine

DESTAQUE