LGBT+ defendendo a Palestina é como gado torcendo pelo próprio abate. Só que não para por aí: as mulheres que levantam essa bandeira também estão pedindo a coleira no próprio pescoço.
A sharia não dá espaço para liberdade sexual, nem para igualdade de gênero, nem para orgulho de nada. O que ela garante é prisão, repressão, apedrejamento, chicote e silêncio.
Mulheres que gritam “Palestina livre” esquecem que, nesses lugares, elas não podem escolher a roupa que vestem, não podem andar sozinhas em vários contextos, valem metade de um homem em tribunal e ainda podem ser punidas mesmo quando são vítimas de violência.
Essa é a “liberdade” que estão defendendo. É como pedir de presente a jaula que vai te prender.E os militantes LGBT, então? Defendem um sistema que, se tivesse poder sobre eles, os caçaria nas ruas.
Gaza não tem marcha gay, não tem bandeira colorida, não tem liberdade nenhuma. Quem ousar se assumir lá vira alvo de prisão, tortura ou até morte. Basta ver: todos os influenciadores gays árabes que existem tiveram que fugir para sobreviver. Nenhum conseguiu viver sua identidade em paz dentro desses territórios.
O que vemos no Ocidente são “ativistas de sofá”, que não sabem nem apontar a Palestina no mapa, repetindo frases prontas e fingindo que estão lutando por justiça. Mas o que fazem, de fato, é gritar por liberdade apoiando justamente quem os esmagaria. É hipocrisia no nível mais baixo.
No fim das contas, levantar a bandeira da Palestina sendo mulher ou LGBT não é luta por direitos. É pedir, de olhos fechados, a faca que vai cortar sua própria garganta.
Foto/Reprodução Internet
Créditos: VIVA Israel
























