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Macron pede fim imediato de bombardeios israelenses no Irã e propõe mobilização europeia contra a guerra

O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta quarta-feira (18) que Israel cesse os ataques visando o Irã. O chefe de Estado também encarregou seu ministro das Relações Exteriores de lançar, com os parceiros europeus, uma iniciativa conjunta pela paz entre israelenses e iranianos.

O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que Israel encerre “urgentemente” os bombardeios que, segundo ele, têm atingido “cada vez mais alvos sem relação com o programa nuclear e balístico iraniano”. A declaração foi feita após uma reunião do Conselho de Defesa e Segurança Nacional no Palácio do Eliseu, em Paris.

Macron expressou preocupação com a escalada do conflito entre Israel e Irã e lamentou o “número crescente de vítimas civis em ambos os países”. Segundo comunicado oficial da presidência francesa, o chefe de Estado considera “necessário pôr fim imediatamente às operações militares”.

O presidente francês também encarregou o ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, de lançar nos próximos dias uma iniciativa diplomática, em coordenação com parceiros europeus próximos, com o objetivo de propor uma estratégia para encerrar o conflito.

Retiradas em massa de estrangeiros da região

Os confrontos entre Irã e Israel continuaram nesta quarta-feira (18) pelo sexto dia consecutivo, apesar dos repetidos apelos da comunidade internacional por uma desescalada. Macron solicitou ao ministério das Relações Exteriores que tome medidas para facilitar a saída de cidadãos franceses que desejem deixar o Irã ou Israel. O governo francês também voltou a desaconselhar fortemente qualquer viagem a esses dois países.

Além da França, países como Alemanha e Itália já repatriaram centenas de seus cidadãos. Os Estados Unidos preparam uma evacuação voluntária de seus nacionais em Israel, segundo informou o embaixador americano em Jerusalém, Mike Huckabee.

A China já retirou cerca de 800 cidadãos do Irã e planeja a saída de mais mil pessoas. O ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, declarou estar “muito preocupado” com o risco de uma guerra “fora de controle”. A embaixada da Rússia em Tel Aviv anunciou a saída das famílias de diplomatas do território israelense.

Irã praticamente sem internet

A crise também afeta a infraestrutura digital iraniana. A televisão estatal pediu à população que desinstale o aplicativo WhatsApp, alegando que a plataforma estaria compartilhando dados com Israel — uma acusação negada pela empresa Meta.

Desde o início do conflito, diversos sites e aplicativos estão parcial ou totalmente inacessíveis no Irã. Segundo o observatório digital NetBlocks, com sede em Londres, o acesso à internet no país está “quase totalmente interrompido”.

(Com agências)

Por que Macron, não se dirige ao Irã, pedindo respeito aos acordos de não enriquecimento de urânio ao invés de requerer de Israel que tem o direito de se defender? Inclusive na reunião do G7 há o reconhecimento que Israel tem direitos de se defender contra ameaças inclusive do perigo nuclear do Irã que prega morte a América e morte a Israel.

Fonte: MSN

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