O vereador pelo Rio de, Carlos Bolsonaro, acionou a Câmara Municipal, após um militante de esquerda realizar terrorismo em frente a sua casa.
Na ocasião o vereador, também aproveitou pra escrever sobre o assunto e uma mensagem a seu pai, preso injustamente em prisão domiciliar por crimes que não cometeu.
Há mais de uma década, minha família é alvo dos mais variados tipos de ataques, e o sistema insiste em tratar isso como se fosse parte da normalidade. Essa banalização da violência não é sinal de uma democracia saudável, mas sim de um “excesso de amor”, que ultrapassa os limites do convívio civilizado e se transforma em combustível para o ódio. É nesse ambiente que floresce a lógica cruel do “missão dada, missão cumprida”, onde se legitima a perseguição como se fosse virtude.
Não é de hoje que o presidente Bolsonaro e sua família passa por injustiças e isso acontecendo aos olhos de tidos.
“-Hoje tive novamente a oportunidade de estar com ele em sua prisão domiciliar ilegal e desumana, ficando um pouco ao seu lado – às vezes conversando, às vezes apenas em silêncio.
- O Velho está magro, não tem vontade de se alimentar e segue enfrentando intermináveis crises de soluço e vômitos. Dói demais ver tudo isso, mas sinto como obrigação compartilhar um pouco da realidade do momento com todos que estão sofrendo junto conosco.
- -Agradeço de coração pelas orações – continuem firmes!”
Ao que parece, essa letargia é direção equivocada dos brasileiros em que uma hora dá-se mais atenção aos memes do que ao que de fato importa, e cobranças ao órgão(STF) errado, já que deveria-se focar e cobrar do legislativo, em especial a presidência do senado federal, únicos capazes se assim o quisesse, parar legalmente os que dividem o país com ações contra a vontade popular, mas não o fazem.
O Brasil é precisa dentro da legalidade agir para que a normalidade volte.
Uma reforma do judiciário precisa acontecer urgente.
Primeiro
PEC da bengala. Não é possível que num país onde presidentes e senadores tenham eleições a cada 4 anos, com senadores eleitos para 8 anos, mas um mistro do STF sobreponha isso.
Segundo
Juízes devem falar somente nos altos do processo e nenhuma lei deve antecederse ao momento de sua criação. A lei existe para punir um fato (crime) acontecido evitando um novo acontecimento, ou seja, o indivíduo praticou provavelmente pela ausência de tipificação ou jurisprudência.
























