John Cusack defendeu que o Irã obtenha uma arma nuclear para se “proteger dos Estados Unidos e de Israel.”
Não se trata de ignorância, mas de um vício ideológico. Para certos intelectuais de palco, não importa quantos jornalistas o Irã prenda, quantas mulheres silencie, quantos mísseis envie ao Hamas, se criancas e velhos moreem para que uma causa diabólica continue.
O problema, para eles, continua sendo o Ocidente. Quando a obsessão antiamericana se alia à fantasia revolucionária, até a bomba atômica vira símbolo de justiça.
Mas, por que esses mesmos defensores de ditaduras como Irã, Coreia do Norte e outras tantas, no Ocidente fingem defesa das minorias enquanto mulheres e crianças são tratadas da pior forma possível?
Por que ao defender morte e o fim do Ocidente em detrimento do Oriente Médio, ganham muito dinheiro ficando bilionários com o capitalismo do Ocidente?
Hipócritas? Não apenas isso. São doentes seletivos desejosos por dominar o mundo e para isso aplicam su fé e força em ditaduras por todo o mundo.
“Ou seja, quanto mais miserável for o povo, desprovido de comida e intelectualidade, mais dependentes serão de governos e intelectuais corruptos.”
Ainda há 50 reféns de Israel em poder do Hamas na Faixa de Gaza. Mas quanto a isso, há um silêncio sepulcral por parte da mídia e da esquerda ao redor do mundo. Não um pio sequer.