Num gesto fraterno, o presidente dos Estados Unidos, mister Donald Trump, exigiu perdão para Netanyahu em casos de falsas acusações no Tribunal Penal Internacional. O presidente dos EUA quer agora que ele tenha todo os processos encerrados para que realmente se faça justiça para um líder que tem apenas se defendido.
Não atoa diversas narrativas tem precedido estas decisões absurdas contra Israel ao longo dos anos, mas não se ver a mesma reciprocidade ao Irã, Coreia do Norte e outras ditaduras sanguinários ao redor do mundo. Ao contrário, até ocupam cadeiras em setores como a ONU e afins. Estes eixos do mal, antes de praticarem genocídios de suas próprias populações e terror contra outros povos, usam recursos financeiros massivos financiando candidaturas ao redor do mundo justamente para cobrarem posicionamentos a seu favor mesmo diante das barbáries por eles praticados.
Quando se observa psêudas democracias, agora ditas relativas, minorias e feministas, usando sua energia e recursos para defenderem regimes teocráticos, xiitas como a do Irã responsável pelo terrorismo e financiamentos de grupos como Hamas e Hesbolar, não é preciso dizer mais nada pois seus corações já estão expostos. São verdadeiros escravos do mal.
Netanyahu não é o modêlo perfeito de político, mas quem o é? Mas, se não fosse a força e luta de Israel contra o eixo do mal, o que seria do Oriente Médio onde Israel é a única democracia?
Porque o governo brasileiro com seus laços imbilicais com Teerã, não exige a libertação dos reféns vivos e mortos ainda sob poder do Hamas?
Por que é proibido protestos de qualquer natureza em Irã e em Gaza?
























