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Caso da jovem brasileira que morreu fazendo trilha na Indonésia: Pato quer pagar pra trazer o corpo dela

Após repercussão por causa da voluntariedade e compaixão de Alexandre Pato que se prontificou a pagar o translado do corpo de Juliana Marins, dada a negativa do Itamaraty em cumprir com sua obrigação de garantias aos cidadãos brasileiros fora do país, a prefeitura de Niterói, e resolveu aparecer.

Entenda o caso Itamaraty

O Itamaraty, órgão responsável pelas relações exteriores do Brasil, informou que o governo NÃO pode arcar com o translado do corpo de Juliana Marins, e que os custos ficarão por conta da família.

Ao saber deste absurdo comunicado pelo governo brasileiro, que prefere arcar com custos absurdos como foi feito no resgate da ex-priemira dama do Peru, condenada por corrupção e a ela proporcionar “axilo político”, a mais uma “mana da onda”, não restando qualquer alternativa para a família já despedaçada pela perda prematura de Juliana Marins, que agora teria que conviver com essa negativa do governo brasileiro, acabaram sendo alcançados por um “anjo”, Alexandre Pato, como uma luz avassaladora, forte e determinada a cumprir a missão de um verdadeiro patriota e cristão amoroso. Pato, jogador de futebol, sem alarde de sua parte, simplesmente decidiu custear o traslado do corpo sem qualquer ressalva ou cobrança de mérito para si.

A prefeitura de Niterói-RJ

Após sair a notícia de que o jogador Alexandre Pato arcaria com o translado do corpo de Juliana Marins, a prefeitura de Niterói agradeceu e assumiu o translado da brasileira morta na Indonésia.

Nada mais que a obrigação do poder público. Novidade neste tipo de comportamento, onde sob pressão social em que a possibilidade de perda de musculatura política fica evidente, políticos tentem lacrar? Nenhuma, infelizmente. Decisão tardia? Talvez, já que os fanos das negativas iniciais já se fazem presentes em momento que as dores só aumentaram.

Uma reflexão profunda tomou conta de todo o Brasil, em especial, possível suas diversas manifestações de pesar pela morte de Juliana, e reconhecimento e congratulações ao homem simples, Agam Rijani, que reuniu esforços juntamente com uma equipe de voluntários por ele montada e custeado com os próprios recursos arriscar-se mas cumprir sua missão humana e pessoal, está sendo possível graças ao advento dos resquícios temporais do que ainda resta na democracia relativa do Brasil.

“Em um mundo onde tantos têm tanto — dinheiro, tecnologia, poder e pressa —,foi um homem simples, de pés firmes e alma entregue ao outro, quem fez o que poucos fariam: descer até onde ninguém ousava. Com recursos próprios, vestido de coragem e compaixão Agam não a carregou no colo,mas a sustentou com sua humanidade. E assim, no alto do Monte Rinjani, foi um homem simples quem nos lembrouque a grandeza não está na fama, mas em gestos que tocam para sempre.” Escreveu uma internauta anônima.

Agam Rijani fazendo a perigosa decida no vulcão até o corpo de Juliana Marins

Agam Rinjani e parte de sua equipe passaram a noite a 3m do corpo de Juliana Marins, para proteger o corpo e impedir que caísse mais ainda do local em que se encontrava.

Agam Rijani e parte da equipe dentro do vulcão onde passaram a noite pra proteger o corpo de Juliana

A família aguarda a liberação do corpo pelas autoridades indonésias para iniciar o processo de repatriação.

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